Você, o perfume, o amor e o cérebro…



  

O perfume é uma mistura de óleos aromáticos, fixador e álcool (que, quando em contato com o corpo, evapora, deixando apenas o agradável aroma dos óleos). O perfume surgiu no Egito, mas foi na França que ele se consolidou. A partir do século XIV com o cultivo das flores foi que ocorreu o desenvolvimento da perfumaria. Não é à toa que os perfumes franceses são até hoje os melhores. Sabe por que os perfumes marcam e sempre que sentimos aquela fragrância lembramos de alguma coisa?

Nós, mamíferos, temos um sistema de nome engraçado, chamado sistema límbico (responsável pelas emoções) – que agrega a maior quantidade de dopamina do nosso organismo. A dopa (apelido carinhoso), é um neurotransmissor responsável pela nossa alegria, euforia, felicidade, prazer e bem estar. É o sistema límbico que comanda alguns comportamentos dos mamíferos. Por isso quando um cheiro de lavanda, por exemplo, chega ao sistema límbico é capaz de acalmar até mesmo os mais estressadinhos, fazendo-os dormir melhor, relaxar e até auxiliar nos casos de insônia…





Quando o cérebro identifica que o aroma é agradável, envia sinais para o organismo todo.

Esse sistema é também conhecido como cérebro das emoçõesOu seja: sabe “aquelas sacanagenzinhas” que rolam quando estamos sós com o grande amor (ou algo parecido)? Pois é culpa da dopamina, mas o grande responsável por isso é o sistema límbico! É… O amor (ou algo parecido) pode ser cego, mas não é nada bobinho!E se vir acompanhado de um perfume agradável, fica melhor ainda!



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